Se a cibercultura abriga pequenas totalidades, mas sem pretensão ao universal, os vários movimentos e mobilizações tecno-artísticos e ciberculturais dependem e recriam-se na própria diversidade. A mesa buscará mostrar a construção de uma estética que supera o ideal romântico que declarou a originalidade como a única expressão autêntica da cultura. Debatendo que a propriedade intelectual precisa de um novo equilíbrio compatível com o incentivo dos novos ativismos e dos criadores das diversas culturas recombinantes, tradicionais e pós-modernas, que articulam-se em torno de artes consolidadas como o cinema e partem para os jogos eletrônicos e as realidades alternativas.

  • Debatedores : Giba Assis Brasil , Pedro Paranaguá , Ézyo Lamarca e BNegão